NASCE UMA ESTRELA

Marca uma retomada de sentimentalidade.
Um breve sobre olhos em Diário de uma Paixão, tempos atrás, de madrugada na TV foi o suficiente para incomodar.
Fazia, para bem mais de década que cantos gregorianos/mixados, AeroSmith, KISS, The Stones, Bon Jovi, Madona e a própria Lady Gaga embalavam “momentos” em que o silêncio não reinava. Não havia permissibilidade para se ouvir o que o passado se atreveria a dizer, se não fosse detido. Não havia razão para a musicalidade atual, tão… melosa me impregnar com Michael Buble, Blake Shelton etc, etc, etc…
Quando uma estrela nasce, o universo se encanta!
E tudo começou com um sonho, que sinceramente desentendo as motivações até hoje; mas, uma criança sonhou. Com a riqueza de detalhes insignificantes, que apenas os reconhece sente.
“Ninguém procura nos sonhos infantis meio para se fazer ouvir. Procura? Ninguém precisa que se relate sobre o que se sentiu e não foi dito. Será?”
E se me perguntarem, ora, “tão espiritualista…”Digo: “Exatamente por isso, me apraz a certificação de não haver engodo, embuste inclusive de entidades zombeteiras, que rondam encarnadas ou não em busca de trouxas!”
A sexta-feira da paixão chegou. Era a Nona hora, e como se eu fosse desperta, aos pés de Cristo,parecia estar sendo comunicada de uma partida já ocorrida a bem dizer 17 anos…E doeu! Na biblioteca pendente um livro antigo: “abra – eu parecia sentir. -Agora, LEIA!”
Maaaais de 300 páginas, e era uma inspiração sobre Ele a me constranger por eu mesma não lembrar, até que um estalo desbloqueou frestas, não o todo, apenas frestas de flashes de uma outra vida, talvez? Por quê só a sensação íntima de que aquelas cenas foram transcritas com profunda e voluntária captação de emoções dos personagens… Eu escrevi? Fui Eu?
A criança havia sonhado, mas, havia sido a adulta jovem, que a criança não conhecia, quem havia escrito, de certa foma imortalizando suas ralas ponderações joviais sobre o assunto que jazia não a 17 anos; e sim a bem mais tempo.Teve de ser assim para que simples ato de se acordar no dia seguinte fosse suportável.
Há uma estória, dentre muitas; essa, fictícia ou não, vai saber…em que dois colegas, universitários, namoraram, porém, sem nenhuma explicação plausível, desencontram seus caminhos…Na estória, a jovem vem a óbito. ELE VIVE, E VIVE BEM, REALIZADO, FELIZ!
Quando D’us resolve, as sentadas do destino custam alto preço.
N’outra estória, absolutamente similar à anterior, ELE TOMBA…E é Ela quem tem de seguir adiante; mas não dá certo, e então Ela se recolhe, porém, o levando consigo passo a passo, como Cristo levava a dele pela via sacra!
Acatava pensar, xingar o traste de todos os nomes possíveis, “ressaltando que Ele era O SEU TRASTE, a mais ninguém deixando a deriva a reputação profissional, humana das características hoje tão incomuns, raras…Ele era raro! Sua cruz era pesada. Houve uma cruz até que a incógnita de um simples: “Me perdoe o incômodo, mas está tudo bem? Por quê uma criança nascida sete anos após o falecimento dele, sonhou com…seu filho.
E de uma conversação inesperadamente prolongada, cumpriu à mãe o que apenas o Poder Materno é capaz de realizar: Transformar, transmutar, REAVIVAR CONDOÍDA, PORÉM, FIRMEMENTE, traços que Ela havia apagado, virtudes que dentro dela haviam desaparecido quanto a Ele.
“Ninguém procura nos sonhos infantis meio para se fazer ouvir. Procura? Ninguém precisa que se relate sobre o que se sentiu e não foi dito. Será?”
De certa forma Ela sempre soube; eram tão um que esqueceram que em verdade eram dois, cada qual com suas metas, necessidades enfim; mas, ouvir o ventre bendito que o trouxe ao mundo repetir, enquanto Ela insistia que Ele havia seguido adiante, AQUELAS TRÊS PALAVRAS…
Fez TODA A DIFERENÇA!
Da Cruz emergiu um Diadema; da desesperança, da solidão, da revolta, houve mutação para a paz, e uma criança conheceu uma mulher madura, que trazia em si ainda a capacidade de sorrir para Ela, por Ela, por Ele, e pela graça de rever suas análises e dogmas religiosos; afinal, agora havia motivação via a Ressurreição e, cá pra nós, quem quer chegar do outro lado e descobrir que entes queridos reencarnaram, sem prévio reencontro?
Ela descobriu o que o protagonista do filme acima desentendeu: a única maneira de honrar os que amamos, é nos superar, inda que debaixo de humilhação, escárnio e bofetada (Cristo as sentiu primeiro), vivendo um dia de cada vez, nos tornando, se necessário VERSÃO GENÉRICA DELES; afinal, os representamos, e se houve, não fogo de palha, mas, amor, de certo modo é quem somos, Parte significativa de quem se ama.

NASCE UMA ESTRELA FOI OFICIALMENTE O PRIMEIRO DE UMA LONGA LISTA DE ROMANCES A SEREM ASSISTIDOS, e a intenção É CHORAR, RIR, COMPARAR circunstâncias do enredo ao que se viveu lá atrás, abraçada à almofadas que talvez não seriam ELE nem se estivesse vivo…porventura não viesse a curtir o gênero, aiaiai… O que importa é que as almofadas estão ali, a pipoca, os lenços de papel… E quanto às músicas, os anos 80/90 emergiram, além de clássicos que não se supunha mais ouvir!

 SEGMENTO: FILME
 DATA: 2018

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