FLÁVIA NEVES

O interesse nato e precoce pelo passado a direcionou rumo ao estudo do legado das antigas civilizações, acompanhando as descobertas de historiadores, antropólogos e arqueólogos que atestam a sempre atuante capacidade de criação e desenvolvimento intelectual do homem. As inúmeras facetas da religiosidade e, a intervenção direta do legislativo pseudo-divino no comportamento social, certificam-na da existência de uma FORÇA SUPERIOR que nos rege na pretensão de que usemos nosso livre arbítrio em prol, não do indivíduo em contexto isolado, mas, na condição implícita porém, latente, de coletividade.

Estudiosa das ciências da religião e filosofia, além de História e Antropologia, a escritora esclarece que todo caminho é árduo, e que, a dedicação ao conhecimento não é exceção, ao contrário, afunila em muito a sociabilidade, restringindo tanto a atenção quanto o tempo hábil de seus iniciados.

Com duas obras espiritualistas Limites do Perdão, Expurgo, e de centenas de citações, textos e crônicas de temática variada, difundidos nas redes sociais via a Página Expurgo e seu Perfil Pessoal, Flávia atualmente se divide entre pesquisas acuradas para o próximo Romance histórico, se preparando ainda, através de uma coletânea de crônicas e pensamentos, fomentados no seu primeiro e-book, em fase de revisão: O OURO NO FUNDO DO POÇO.

A autora é sarcástica quanto ao espaço entre as edições de suas contextualizações; afinal, tamanha gama de conhecimento, e gana nas investigações de personagens e épocas marcantes, seria de se supôr que editaria enredos atrás de enredos.

Sobre sua inspiração e a materialização pública daquilo que pensa, Flávia permeia o deboche e a seriedade divagando, e, para tanto recorrendo ao Midrash (Textos sobre a cultura judaica):

Cada estória a seu tempo! E se, e somente SE, formos habilitados e permitidos transmitir nosso raciocínio! Lembrando que somos a única espécie a quem D’us, nosso Criador, concedeu a capacidade de verbalização; verbo é ação! Verbalizar é acionar o universo, e, cruz credo, D’us me livre, se eu materializar um universo, mesmo que imaginário, que em nada acrescente!
A precaução com o que pensamos e expomos nunca foi tão necessária, afim de salvaguardar para o futuro o máximo possível de valores éticos, considerando o lamaçal que está a nossa atualidade!