Creio que a muitos de nossos fraternos deva ser conveniente a amnésia oportuna daquilo que deixaram acima, principalmente se cogitarmos a hipótese desses nossos irmãos terem não apenas martirizado a terceiros, mas quem sabe não tenham sido ELES próprios mártires daquilo que, reencarnam, em compreensível revolta íntima, face às reminiscências de seus calvários, combatendo?! E, cientes que somos da real existência de tormentos e feridas, ORGÂNICAS, na mente humana, como deixar de entender a descrença alheia?
Há membros de comunidades de Joana D'Arc, no Orkut, que se apresentam como "Professores, cátedras em Teologia"; católicos ferrenhos, que em si carregam as faltas daqueles que levaram a infanta às chamas (presunção, arrogância, intolerância ao entendimento da maneira de crer do outro). Além de uma absurda possessão, sobre tudo, que a ela diz respeito, se indispõem não apenas com espíritas que lá postam, não, mas com quaisquer cristãos devotos da jovem, caso sintam elem que alguém possa desvendá-la, amá-la, conhecê-la com maior fervor. A um cátedra em teologia é razoável esperar-se a compreensão e distinção entre devoção e I-DO-LA-TRI-A, não? Idolatria pode levar ao fanatismo, esse sim, indício de distúrbios da sanidade mental, quiçá iniciados em âmbito espiritual, mas ferrenho à psique, proliferador de sequelas físicas.
Feio. Haverei de fazer uma coisa feia, mas para que negar que certas postagens me incomodaran? Pois bem...darei exemplo prático. Tal exemplo uso no intento de que tentemos aprofundar ainda mais na temática de nossos precursores;  saibamos interpretar as razões que levaram a cristandade à se subdividir tanto, observando as características indeléveis à natureza progressiva de cada ser, e que se apresenta diante de nós em atos e fatos rotineiros.
Analisemos:
a) Um protestante, se exposto à exagerada devoção, verá nisso razão para não se apegar a entidades iluminadas, atendam por santos ou mentores, e sim somente com o Cristo em aversão à "idolatria, ao endeusamento de nossos iguais, nivelando-os em igual autoridade, a D'us Pai, Filho e Espírito Santo, Unos que são no PODER CRIADOR E REGEDOR DO UNIVERSO", havendo, na lógica cristã a transparente afirmação: "EU, (Jesus Cristo), SOU o Caminho, a Verdade e a Vida."

b) O Católico serenado, tranquilo diante de um homem de tão tosca visão, pensará o quê? As facções "por assim dizer" administrativamente mais atuantes nas paróquias servem ou ao sacro Coração de nossa Mãe Maria, ou de seu Filho Jesus. Têm devoção nas horas de provações e privações, a seus santos que lhes são peculiares, mas tudo é pedido segundo a vontade de quem? Do santo? Ou de Cristo? A explanação racional dada pelos católicos seria, penso eu, não sei, de que se trata tal proceder de sintoma de problemas de ordem neurológica...orariam por Ele, isso é certo; e seria o correto!

c) Um irmão nessa situação está sujeitando-se, a nosso ver de espírita, a quê e a quem? Instigações, sussurros, má fé de entidades oportunistas e zombeteiras; mas se for realmente o que alega "um teólogo"... Até que ponto ELE pode vir a se deixar induzir por influências negativas, crendo quiçá, estar se orientando por Joana ou de encontro a ela? Percebem? Sabe-se que Santa Joana agiu em nome de Deus, de nosso Cristo Jesus, tendo por intermediários o Arcanjo Miguel, Santa Margarida e Santa Catarina, de forma que, sua lucidez era verificada através da plena noção que tinha da SUA FUNÇÃO PESSOAL, sendo não somente ela mesma, mas, convicta de que os anjos e santos a ladeá-la, também eles agiam na serva, "percebamos", na condição SERVIL de instrumentos à mercê da autoridade de Cristo, do poder sublime do Pai Maior. Tanto Joana, Nosso Mestre Jesus, nosso amado Chico Xavier, Madre Tereza de Calcutá, Martinho Lutero (a quem conhece sua vida e obra autêntica sabe que tal reverência é merecida) dentre vasta gama, podem ser facilmente reconhecidos pelo PESADO, ÁRDUO emblema da humildade, fruto do discernimento interno dos deveres a eles atribuídos. Assim os vejo, assim os sinto...

 
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