Joana D'Arc de Ingrid Bergman (perdão à dama de Casablanca!), é uma "ãaahnnn!". Joana D´Arc de Luc de Besson é uma nítida psicótica sem um resquício de naturalidade que desse humanidade à personagem... Já Joana DÁrc de Christian Duguay, temos Joana interpretada por Leelee Sobieski, que une força de caráter nos ordenamentos que faz com o olhar, e a docilidade da francesa provinciana típica da época abordada além do texto, e a interpretação do "bam-bam-bam, salve, salve" Peter O'Toole encarnando o inquisidor dúbio em pensamentos e emoções. Os dois se pegam, literalmente, se engalfinham através de seus personagens numa batalha astral, e até o agradecimento final, até as últimas palavras de Joana D' Arc, pela boca de Sobieski, dão vida à lucidez e ao entendimento da jovem quanto ao cumprimento de seu destino. É o "Ó do Borogodó!" Inspirador, Inspirador, Inspirador! Deeeeeu no que deu! Inspirou o livro EXPURGO!
"...Judas ou Joana... - Meu nome é indiferente. Sou quem sou."

 
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