"A narrativa de LIMITES do PERDÃO leva ainda a alcunha cultural, mantendo enriquecido o cenário preparatório não apenas da estória focada, mas do milênio que se aproximava!

O século XXI, aos olhos dos transeuntes do findar do 1º milênio pós-Cristo, virá derrubando muralhas, e a simbologia maior disso é a queda do muro de Berlim, do Comunismo, Socialismo e muitos dos "ismos" que tolhiam o ser humano no aprofudamento daquilo que, futuramente, viria a ser chamado de GLOBALIZAÇÃO.


Enquanto a vida passa  chorosa e lenta para os personagens fictícios, os Mamonas Assassinas cantam e encantam platéias, Ayrton Senna é a sensação heróica das manhãs de domingo, e, a reação popular à perda brusca  de  seus  companheiros  de  existência  trará  à  tona  a quantas anda o

 

coração nacional. A era de Chico Xavier, Papa João Paulo II e Madre Terezade Calcutá desponta seu por do sol...a era de Sidney Sheldon, Anne Rice e Jorge Amado; de Roque Santeiro, A Gata Comeu e Escrava Izaura; do Domingo no Parque, Fantástico e Trapalhões; de Velocidade Máxima, Ghost, Estória sem Fim, Drácula de Bran Stocker e Entrevista com o Vampiro, de Michael Jackson, Rolling Stones, Roupa Nova e Daniela Mercury está definitivamente se exaurindo...

Uma outra era terá início, e LIMITES DO PERDÃO parece antever a isso com graciosidade e reverência, o deixando de certa forma em aberto ao regressar a Évora, Portugal, do século XVIII, para lá e tão somente de lá, ecoar as motivações de desentendimentos que HOJE não fazem mais o menor sentido a Evandro, Clóvis, MIguel ou Bartolomeu, eis que tanto Nieta quanto Argemiro, Kalil ou mesmo Lindolfo de certo aprenderam quem realmente é o grande provedor da força da vida, restando a ELE, somente a ELE encerrar todo e qualquer enredo."


 
   
 

Setembro é mês de aniversário da autora Flávia Neves. Para comemorar, o site divulga "Os Temas Musicais de Limites de Perdão". Canções e temas inspiradores que envolvem os personagens e trama de seu primeiro livro.

Clique nos videos abaixo, ouça, divirta-se, reflita e comente!

 
 
 
 
 

"A gente é nada mais do que a somatória de tudo que vivemos, tenha sido agradável ou não. Reconhecer a carência de um ato antes de se tornar disposto à sua prática é a maior das aptidões. Assim o é com um escritor, obrigatoriamente devendo saber sobre sentimentos antes de descrevê-los, inda que o preço a tal ciência seja caro! “Limites do Perdão” debutará em fevereiro próximo e não, não está sobre holofotes publicitários; setembro, entretanto, é o mês em que a autora, em que se pese o ano de 2012, ao completar 20 anos de ingresso ao mundo universitário, reflete, analisa e contempla os personagens, fictícios, imaginários ou reais, de sua obra ou da grande obra divina, que é a vida de cada um.

Eu não fazia ideia de onde estaria hoje, de quem seria, de como lidaria com meu dia a dia em setembro de 1992... Antonieta e Lindolfo, Bartolomeu e Kalil também não... Restaria a qualquer um deles, como a mim ou qualquer pessoa, a trilha sonora de uma época em que ninguém fazia outra coisa a não ser sonhar, idealizar, almejar, aspirar e tentar ser talvez metade daquilo que em verdade nos tornamos!

Mais que uma vida longa, o importante é ter uma existência condizente com quem somos com o que queremos e assim fazer, à nossa maneira, DIFERENÇA!
"

 
     
   
   
     
   
   
     
   
   
     
   
   
     
   
   
     
   
   
     
   
   
     
   
   
     
   
   
     
   
   
     
   
   
     
   
   
     
   
   
     
   
   
     
   
   
     
 
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